
Katerina Plotnikova
Não se intimidem
nada vos peço
não aguardo ninguém
O que trago
se me basta
e não me agasta
o não ter.
Arisca como um pardal
nem arapucas
nem armadilhas
me alcançam
sigo liberta
de laços incômodos
ao clamor dos ventos
na alternância
das marés